O dinheiro está em primeiro lugar nas novas regras do jogo dos Social media
Ter um perfil e actuar nas redes sociais continua a ser grátis, o que não está garantido é que se consiga obter resultados.
Ter uma presença online efectiva o que nos gere resultados já não é grátis. O melhor exemplo que temos é o Facebook que está a fazer concorrência directa à Google, é a plataforma social que mais ingressos gera, mas não é a única.
Este ano vamos assistir ao desenvolvimento de outras Redes Sociais. Mesmo assim o Facebook vai continuar a ser a rede social com mais efectividade e a mais utilizada pelas marcas, para isso contribui a possibilidade de editar os Videos publicitários.
E a esta moda dos vídeos online Twitter não ficou para traz, lançou os vídeos auto-reproduzidos no seu timeline. O seu novo projecto tem previsto estender o seu alcance para fora dos seus limites, através da utilização de widjets e das outras aplicações de Twitter que são utilizados em milhões de webs, para inserir publicidade. Esta iniciativa pode causar impacto a milhões de usuários que vem tuits, sem ser membros registados de Twitter.
Outras duas redes sociais que também tem a intenção de monetizar a sua influencia sobre os jovens e as mulheres é Instagram e Pinterest. A diferença destas duas plataformas das plataformas anteriores é que dão mais importância à experiência do usuário do que aos interesses comerciais. Instagram por exemplo cuida muito a estética dos anúncios e tenta fugir da mensagem comercial. No caso do Pinterest, os pines patrocinados estão integrados na interface, e orientados totalmente para destinatários que os encontram relevantes.
Visto isto, manter um perfil e actuar nas redes sociais continua a ser grátis o que não esta garantido é que se consiga ser efectivo. O Twitter já publicou a sua intenção de criar um algoritmo, com a intenção de filtrar os conteúdos e poder proporcionar uma melhor experiência aos seus utilizadores, ou seja apenas mostraria os conteúdos que fossem importantes. Isto foi o que passou com Facebook, com os câmbios do seu algoritmo, e todos sabemos qual foram as consequências com relação ao alcance das publicações das marcas.
Estas novas regras do jogo obriga as marcas a mudar a sua tactica e a incorporar novos jogadores nos social media. A gestão da actividade nas redes sociais já não é só coisa dos Community Manager ou de uma bom Social Media Manager. Não se trata apenas de conversar, é necessário investir em publicidade. Desta maneira estes canais 2.0 se convertem em suportes publicitários, em que os gestores devem de ter habilidades analíticas com estrategas orientadas a resultados. O ROI nestes canais vai ser medido em função do CPC, CPA e ROE (Retorno do Engagement).
Sources: www.puromarketing.com
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